Salvado Mota
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Salvado Mota
António José Salvado Mota:
"Nasceu em Vale de Prazeres, onde seus pais residiam na altura, no dia 9 de Abril de 1879 - como escreve o próprio António José Salvado Mota, numa extensa e minuciosa nota autobiográfica, ainda inédita. Todavia, volvidos escassos seis meses, seus pais, D. Carolina Mota y Osuna, viriam a estabelecer-se na vizinha localidade de Alpedrinha.
A vila veio significar para o pequeno António José - «Pepe» lhe chamava sua mãe em homenagem à avó, madrilena de nascimento, de seu nome Joana Peres Osuna, e lembrando talvez o exilio que ela própria experimentara em Espanha; Alpedrinha viria significar para AJSM, estávamos dizendo, um espaço de eleição, ao qual se ligaria por laços indefectíveis, ao ponto de se considerar - com todo o direito e merecimento, diga-se - um alpetriniense de jure, concentrando ao longo da vida todas as suas energias no estudo, divulgação e animação desse povoado alcandorado num dos contrafortes da Gardunha; vila que a Marquesa de Alorna ousou um dia chamar para todo o sempre «Sintra da Beira» e Jaime Cortesão disse ser «engaste pitoresco e supreendente»."
in Monografia D'Alpedrinha

Uma das últimas fotografias de A. J. Salvado Mota (1950?)

com 10 anos

com a família

ainda jovem




com amigos.

A pequena e antiga máquina de impressão com que A. J. Salvado Mota terá impresso a "Monografia de Alpedrinha" e "Alpetrinienses Ilustres".
"Nasceu em Vale de Prazeres, onde seus pais residiam na altura, no dia 9 de Abril de 1879 - como escreve o próprio António José Salvado Mota, numa extensa e minuciosa nota autobiográfica, ainda inédita. Todavia, volvidos escassos seis meses, seus pais, D. Carolina Mota y Osuna, viriam a estabelecer-se na vizinha localidade de Alpedrinha.
A vila veio significar para o pequeno António José - «Pepe» lhe chamava sua mãe em homenagem à avó, madrilena de nascimento, de seu nome Joana Peres Osuna, e lembrando talvez o exilio que ela própria experimentara em Espanha; Alpedrinha viria significar para AJSM, estávamos dizendo, um espaço de eleição, ao qual se ligaria por laços indefectíveis, ao ponto de se considerar - com todo o direito e merecimento, diga-se - um alpetriniense de jure, concentrando ao longo da vida todas as suas energias no estudo, divulgação e animação desse povoado alcandorado num dos contrafortes da Gardunha; vila que a Marquesa de Alorna ousou um dia chamar para todo o sempre «Sintra da Beira» e Jaime Cortesão disse ser «engaste pitoresco e supreendente»."
in Monografia D'Alpedrinha

Uma das últimas fotografias de A. J. Salvado Mota (1950?)

com 10 anos

com a família

ainda jovem




com amigos.

A pequena e antiga máquina de impressão com que A. J. Salvado Mota terá impresso a "Monografia de Alpedrinha" e "Alpetrinienses Ilustres".

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